Todo hacker usa capuz, o risco real usa crachá
- Capuz preto
- Sala escura
- Código verde na tela
- Expressão misteriosa
- Dedos prontos para “invadir o sistema”
Só falta aparecer segurando uma placa:
“Olá, sou o responsável pelo ataque.”
Na vida real, o risco cibernético raramente se apresenta de forma tão óbvia.
Ele pode estar em um fornecedor com acesso excessivo, em uma senha compartilhada, em um colaborador bem-intencionado, em um processo sem controle ou em um sistema que ninguém sabia que ainda estava funcionando.
Talvez seja mais confortável imaginar que a ameaça sempre usa capuz.
O problema é que, enquanto procuramos o personagem da foto, as verdadeiras fragilidades continuam escondidas dentro da operação.
O hacker pode até usar capuz.
Mas o risco, normalmente, usa crachá, login autorizado e acesso liberado.

Nenhum comentário:
Postar um comentário